Estudantes da UEPB e UFCG são finalistas de concurso mundial de aplicativos

As estudantes Larrissa Dantas, do curso de Ciências da Computação da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Lisley Uchoa, do curso de Engenharia Elétrica, e Rayane Navarro, do curso de Design, ambas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), vão participar da última etapa do concurso Mobile Application Development Contest, um concurso internacional de aplicativos com participação de estudante de todo o mundo.

As estudantes formam o grupo ‘Girl Power’ e vão concorrer a uma premiação de até três mil dólares. O aplicativo desenvolvido pelas estudantes tem a intenção de permitir que mulheres avaliem locais e tornem a informação pública, garantindo maior segurança para outras mulheres.

“Com o intuito de realizarem indicações e avaliações de lugares, médicos, restaurantes, bares e qualquer outro lugar que a mulher necessite frequentar ou utilizar serviços onde possam, principalmente, sentirem-se seguras, resolvemos nós, um grupo de mulheres, idealizar e criar um aplicativo que nos unisse para compartilharmos informações e avaliarmos lugares e serviços”, disse Larissa Dantas.

O aplicativo mostra como as usuárias podem adicionar, buscar, avaliar e comentar sobre os espaços que frequentam e que utilizam como serviços, ajudando assim outras mulheres a sentirem-se mais seguras ao saírem de casa, ao serem atendidas por médicos ou médicas de diversas áreas e também ao utilizarem serviços de entretenimento.

Para as estudantes, o aplicativo é uma ferramenta para aumentar a união entre as mulheres de qualquer país do mundo e permitir que elas sejam cada vez mais livres.

Com Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri