Megaoperação da Lei Seca aborda quase 500 veículos durante final de semana

Um total de 496 veículos foi abordado durante a megaoperação da Lei Seca, promovida pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) durante o final de semana, simultaneamente nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos. Considerada a maior operação desde a criação da Lei Seca, em 2012, as blitzen tiveram como objetivo combater a combinação de álcool e direção nesse período em que iniciam os festejos juninos, em especial no Maior São João do Mundo.

Segundo o capitão Carlos Eduardo, chefe da Divisão de Policiamento e coordenador da Lei Seca, as ações contaram com um efetivo de 54 agentes, além de policiais civis, militares, bombeiros e delegados. No interior do Estado, a operação contou ainda com o reforço de delegacias móveis, para atender às ocorrências.

Festas

Durante todo o mês de junho, o Detran da Paraíba intensificará o trabalho da Operação Lei Seca, com atuação nas cidades de maior fluxo de festas de São João e São Pedro no Estado.

De acordo com o superintendente do Detran da Paraíba, Agamenon Vieira, “a ação da Lei Seca será intensificada durante as festas juninas, com a finalidade de combater o uso associado de álcool e direção no entorno dos grandes eventos do Estado. Além disso, a operação contará com ações educativas e preventivas, realizadas pelas equipes da Divisão de Educação de Trânsito e da Escola Pública de Trânsito desse órgão”, enfatizou.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri