Jovem é executado com vários tiros no peito em cidade do Cariri

Um jovem de 23 anos foi executado, na noite desse domingo (11), na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano.

De acordo com informações do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), no momento do crime a vítima estava na companhia de um amigo, quando foi surpreendido por vários disparos que atingiram a região do tórax. Os tiros também atingiram de raspão as costas do outro jovem.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou os primeiros socorros aos dois jovens. A vítima fatal não resistiu à gravidade dos ferimentos e acabou morrendo antes de chegar ao hospital. O outro jovem foi levado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, onde está internado. Segundo informações da polícia, ele não corre risco de morte.

Policiais fizeram rondas na região na tentativa de localizar os criminosos, mas até o fechamento desta matéria ninguém havia sido preso.

Com Portal Correio

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri