Canal da transposição do São Francisco rompe em PE; Integração diz que conteve ‘vazamento’

Rompeu, na tarde desse sábado (10), parte do canal da Transposição das Águas do Rio São Francisco nas proximidades do Sítio Malhadinha, no município de Custódia, no Sertão de Pernambuco. O Ministério da Integração Nacional ainda não divulgou informações sobre a motivação do rompimento nem sobre possíveis danos a continuidade da transposição para a Paraíba.

De acordo com o Ministério Pública da Paraíba (MPPB), o procurador-geral de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora, vai estar em reunião, às 10h desta segunda-feira (12), em Brasília, com o secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Antônio de Pádua de Deus Andrade, para tratar sobre o rompimento na obra.

“Ao sabermos do ocorrido, de imediato entramos em contato com o secretário para tratar do assunto e marcar a audiência. Mas, de antemão, o secretário adianta que a situação está sob controle e que o problema será resolvido em quatro dias”, disse Bertrand Asfora.

Em nota, divulgada na manhã deste domingo (11), o Ministério da Integração afirmou que o ‘vazamento’ já foi totalmente controlado e que equipes trabalham executando serviços de reparo na drenagem da obra.

Com Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri