Polícias do Cariri prendem 7 suspeitos de assaltar banco de Sertânia em motéis de Monteiro e Sumé

Sete bandidos fortemente armados foram presos na manhã desta sexta-feira (09) escondidos em suítes de motéis das cidades de Monteiro e Sumé, no Cariri paraibano. A suspeita principal da polícia é de que os bandidos sejam assaltantes de bancos.

De acordo com informações repassadas pelo Capitão Cláudio, em Monteiro foram presos três criminosos com armamentos de grosso calibre, além de um carro modelo Corolla, usado pelo trio. Junto aos bandidos foram apreendidos duas escopetas calibre 12, dois fuzis, uma pistola, um revolver calibre 38 e muita munição.

Os suspeitos presos em Monteiro foram identificados como: José Ronilson da Silva de Paulo Afonso – BA, Djair Cícero da Silva, Saboeiro-CE e Zivanildo Evangelista dos Santos de Triunfo-PE.

Em Sumé, foram presos os baianos Fábio Adriano Mendes Cruz, de 38 anos, Remi da Silva Filho, 19, Felipe Oliveira de Araújo, 28 anos, e o paulista Alex da Silva Nascimento, de 29 anos. Eles estavam com mais dois fuzis, uma escopeta 12, explosivos e um carro com placas da Bahia. Os bandidos também estavam com um alto valor em espécie.

A Polícia Civil confirmou que os setes homens são suspeitos de terem explodido o banco do Bradesco na cidade de Sertânia/PE.

A ação realizada pelas polícias Militares e Civis foi deflagrada a partir de uma denúncia anônima feita à Polícia Militar.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri