Bandidos furtam carro em Serra Branca e segurança susta a ação após persegui-los

Dois homens tentaram roubar um veículo na madrugada desta sexta-feira (8), em Serra Branca, porém, a ação dos bandidos foi sustada após um segurança perseguir os assaltantes e recuperar o automóvel. O carro pertence ao empresário Mário do Hotel.

De acordo com as informações repassadas pelo segurança, Gustavo Alacoque, ele estava fazendo rondas de fiscalização pelo município quando o dono do veículo, Mário do Hotel, percebeu a ação dos assaltantes e solicitou a ajuda a sua ajuda.

Ainda de acordo com Gustavo, ele perseguiu os assaltantes e conseguiu alcançá-los. Um deles ainda efetuou um disparo de arma de fogo em sua direção, mas que não chegou a atingi-lo.

Com a perseguição, eles abandonaram o veículo e tentaram fugir pulando os muros das residências do Bairro do Pilão. A polícia chegou ao local, mas os assaltantes já haviam fugido e até o momento ninguém foi preso.

Ainda segundo Gustavo, os assaltantes não usavam nenhuma máscara e não eram do município. Possivelmente, eles estavam na festa que estava acontecendo na cidade.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri