Deputado cobra mais recursos para combate ao câncer e critica corte de verbas para FAP

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) cobrou mais recursos e ações integradas de combate ao câncer, nesta terça-feira (6), em comissão geral no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, para discutir prevenção, diagnóstico e acesso ao tratamento da doença no País. Em sua fala, o tucano também criticou o corte de recursos por parte do Executivo Estadual para a FAP, entidade localizada em Campina Grande e que trata pacientes com câncer.

Pedro pediu mais agilidade do Governo do Estado para o repasse de verbas federais para hospitais filantrópicos paraibanos que tratam de pacientes com câncer a exemplo do Napoleão Laureano, São Vicente de Paulo e Fundação Assistencial da Paraíba (FAP). A demora chega a 90 dias, o que vem inviabilizando o funcionamento das unidades.

“Outro problema que a gente também precisa enfrentar é em relação ao teto, que vários hospitais possuem e o extrapolam com outros procedimentos, necessitando ir atrás de recurso para, de alguma maneira, suprir essa brecha e não deixar a população sem o atendimento”, apontou, cobrando esforço para suprir esse déficit financeiro existente nos hospitais.

O parlamentar afirmou que não podia deixar de fazer críticas a uma atitude do Governo do Estado da Paraíba, que sinaliza diminuir o repasse para o orçamento da FAP, um espaço que oferece amparo em um momento que tanto fragiliza ao ser humano. A redução pode ser de R$ 840 mil por ano para R$ 560 mil. “Quando se fala que o Governo do Estado vai reduzir o repasse para a FAP, alguns podem imaginar que seja algo estratosférico e que o Executivo não está conseguindo mais manter o valor de repasse. No entanto, quando se toma conhecimento do valor, não se pode deixar de fazer um registro e uma dura crítica à essa atitude desumana”, lamentou.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri