Paraíba tem seis eventos cadastrados na rota de destinos do Ministério do Turismo

Pirâmide do Parque do Povo, em Campina Grande. Foto: Demétrio Costa e Emanuel Tadeu/Top Mídia Comunicação

Seis festas juninas realizadas no estado da Paraíba foram incluídas este ano na rota de destinos do Ministério do Turismo. O calendário nacional é divulgado com o objetivo de promover a festa de São João como um produto turístico de destaque, para atrair pessoas de outros estados e países.

No Nordeste, a Paraíba é o segundo estado com mais eventos cadastrados, ficando atrás apenas da Bahia, que tem 16. A lista conta ainda com mais quatro eventos no Ceará, três no Piauí, três no Rio Grande do Norte, dois em Sergipe, dois em Pernambuco e um em Alagoas.

Na Paraíba, os eventos em destaque são: O Maior São João do Mundo, em Campina Grande, realizado de 2 de junho a 3 de julho; o Arraial de Cumpade, em Campina Grande, de 3 de junho a 1º de julho; a Festa Junina nos Manguezais, em Bayeux, de 1º a 15 de junho; São Pedro em Itaporanga, de 27 a 28 de junho; São João de Patos, de 20 a 25 de junho; e São João de Todos, em Sousa, que ocorre de 19 a 24 de junho.

“Queremos que o São João tenha seu valor turístico reconhecido tanto no Brasil como no mundo. Trata-se de uma manifestação cultural extremamente rica que tem enorme potencial para se transformar em um produto turístico assim como o Carnaval. Para que isso aconteça, o Ministério do Turismo tem investido fortemente em um conjunto de ações”, informou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri