Salão do Artesanato da PB abre em 16 de junho e deve negociar até R$ 1 milhão

Em meio ao São João 2017 de Campina Grande, no Agreste paraibano, o 17º Salão do Artesanato da Paraíba vai ser aberto a partir do dia 16 de junho deste ano, funcionando até o dia 2 de julho. Para este ano, a expectativa da organização do evento é de que o salão tenha uma movimentação financeira entre R$ 850 mil e R$ 1 milhão. Este ano, o evento vai ser montado próximo ao Parque do Povo.

De acordo com a gestora do evento, Lu Maia, a movimentação financeira esperada é de pelo 17,7% maior que a ocorrida no ano passado. Se a movimentação chegar a R$ 1 milhão, o crescimento vai ser de 38,5%. O salão vai expor obras e peças de cerca de 400 artesãos da Paraíba, com variadas tipologias, como algodão colorido, metal, barro, tecido, rendas, madeiras comidas, temperos e bebidas.

Outra novidade para o Salão do Artesanato da Paraíba é que ele vai funcionar a cerca de 100 metros do Parque do Povo, a margem do Açude Velho, no antigo prédio da concessionária Cavesa, na rua Miguel Couto. A proximidade do principal local da festa também gera a expectativa de uma maior movimentação. O salão vai está aberto todos os dias 14h às 22h ainda com praça de alimentação, com comidas típicas e música.

Desde o ano passado, o Governo do Estado tem exigido que os artesãos que participam da exposição sejam Micro Empreendedor Individual (MEI). No caso de artesãos, já aposentados, a exigência é de que eles sejam filiados a associações ou cooperativas. Os artesãos inscritos são de várias regiões da Paraíba.

Facilidade no pagamento

Para facilitar as formas de pagamento para clientes no Salão do Artesanato fechou parceria com duas empresas administradores de cartão de crédito e débito que vão disponibilizar maquinetas para os artesãos. Os profissionais também serão isentos de taxas de serviço. “Desde o ano passado estamos tentando facilitar, pois muitas vendas estavam sendo perdidas por falta de facilidade no pagamento”, disse Lu Maia.

Homenagem

Na edição deste ano o Salão do Artesanato da Paraíba vai fazer uma homenagem a São Francisco, com tema voltado para a transposição do Rio São Francisco. Um cenário especial está vai ser montado na entrada do salão, mas a organização não divulgou detalhes, pois pretende fazer uma surpresa aos visitantes. “Foi uma obra que trouxe esperança para todos os paraibanos. E o artesão também depende da água para ter sua matéria prima”, disse a gestora Lu Maia.

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri