Prefeitura de Sumé renova convênio do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência

O prefeito Éden Duarte renovou nesta segunda-feira (29) o convênio com a Polícia Militar do Estado da Paraíba para as atividades relacionadas ao Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd),  que tem por objetivo promover a integração entre a polícia, a escola, a família e a comunidade para juntos enfrentarem a problemática das drogas e da violência.

No ano passado foi concluída a primeira turma do Proerd que teve 240 alunos participantes. Durante todo o ano, os estudantes, comandados pelo soldado Sandro Robério, participaram de atividades pedagógicas de prevenção às drogas e à violência, relacionadas aos malefícios do cigarro, da maconha, da cocaína e do crack, além do bullyng e das gangues.

Ao final do curso, os alunos recebem certificados e medalhas de conclusão do programa que são entregues em uma festiva solenidade de formatura, organizada pela Polícia Militar e pela Secretaria de Educação do município.

De acordo com o prefeito Éden Duarte, a renovação do convênio representa um instrumento fundamental para o município no combate à violência e ao enfrentamento das drogas, tornando os alunos multiplicadores do que aprendem com os policiais durante o curso, envolvendo as famílias e a comunidade escolar por meio dos ensinamentos adquiridos.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri