Prefeito de Serra Branca autoriza pagamento dos servidores e injeta 800 mil na economia no mês junino

O prefeito Vicente Fialho (Souzinha), através da Secretaria de Administração, está creditando nesta segunda-feira (30) o pagamento de todos os servidores efetivos e comissionados do município de Serra Branca. Segundo o gestor, até esta terça todos os funcionários estarão com seus salários em conta e poderão aproveitar as festas juninas.

Com o pagamento dos servidores, a Prefeitura de Serra Branca injeta na economia do município cerca de R$ 800 mil e o prefeito ainda lembrou que pagará mais uma parcela do terço de férias para os servidores. Segundo Souzinha, com a parcela deste mês de junho, faltarão apenas mais dois meses e todos os funcionários de Serra Branca terão recebido seu terço de férias.

O prefeito Souzinha afirmou ainda que o secretário Wamberto de Dozé já reserva recursos para a folha de junho, com certa antecedência, a fim de que jamais venha a falhar com os servidores que em seu governo receberão sempre dentro do mês trabalhado.

Souzinha disse ainda no dia 10 de cada mês, a Prefeitura de Serra Branca está repassando R$ 260 mil ao IPSERB, cobrindo um rombo deixado no instituto de previdência do município.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri