Prefeituras paraibanas recebem mais de R$ 70 milhões do FPM nesta terça-feira

As prefeituras paraibanas recebem nesta terça-feira (30) a terceira parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) relativo ao mês de maio. Serão R$ 70.341.402,00, incluindo o repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Comparado ao mesmo período de 2016, o repasse teve uma redução de 9,65% em termos nominais, ou seja, comparando os valores sem considerar os efeitos da inflação.

Do valor total repassado aos municípios, mais de R$ 14 milhões são destinados ao Fundeb; R$ 10,5 milhões para a saúde; e R$ 703,4 mil para o Pasep. Com isso, restarão aos municípios o total de R$ 45.018.497,28.

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) prevê para o mês de junho um repasse 12% menor que o deste mês. No entanto, a expectativa é de um crescimento de 4,8% em comparação ao repasse de junho do ano passado. Para o mês de julho, é esperada uma queda de 20% em relação a junho, mas um crescimento de 12% em relação a julho do ano passado. Destaca-se que essas previsões não consideram os efeitos da inflação.

Confira os valores destinados as prefeituras de acordo com o coeficiente de cada município:

Com Larissa Claro

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri