Prefeito de Taperoá autoriza pavimentação de 7 ruas e tem garantido mais 1 milhão para calçamento

O prefeito Jurandi Gouveia conseguiu destravar em sua recente viagem à Brasília recursos para pavimentação de várias ruas no município de Taperoá. Conhecido como o gestor que mais calçou ruas na história recente do município, Jurandi autorizou nesta segunda-feira (29) a pavimentação de seis ruas no bairro do Alto.

Em contato com a reportagem do portal De Olho no Cariri, o prefeito Jurandi disse que o investimento nesta pavimentação será de R$ 300 mil, oriundo de uma emenda do deputado federal Veneziano Vital do Rêgo. Ainda segundo o gestor, nas próximas semanas serão liberados mais R$ 300 mil para calçamento de várias ruas do Conjunto São Francisco. Os recursos são também fruto de emenda do deputado Veneziano Vital.

Jurandi acrescentou ainda que as obras de pavimentação de ruas em Taperoá não param por aí e mais R$ 700 mil estão garantidos para pavimentar o conjunto Geraldo Noé e cerca de 7 ruas que ficam localizadas por trás do Fórum Judiciário. Os recursos foram conseguidos a partir de emendas do deputado federal Damião Feliciano e o senador José Maranhão.

O prefeito Jurandi Gouveia destacou que em pouco mais de 5 anos realizou um plano de pavimentação em Taperoá que nos últimos 120 anos de governo não foi executado. Jurandi assumiu o município com 14% de ruas calçadas e com as novas vias que começaram a ser pavimentadas a cidade já está com 44% de pavimentação. A meta da gestão, segundo o prefeito Jurandi, é entregar o município em 2020 com 80% de calçamento, uma marca histórica de sua passagem pelo comando de Taperoá.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri