Prefeitura de São Domingos do Cariri vacina rebanho contra aftosa sem custo para o produtor

A Prefeitura de São Domingos do Cariri está finalizando a primeira etapa da campanha contra a febre aftosa neste dia 31 de maio e deverá atingir 100% de seu rebanho vacinado. O sucesso da campanha se deve em partes ao esforço da administração da prefeita Inara Marinho que adquiriu 500 doses da vacina para doar aos produtores e ainda colocou à disposição dos mesmos um vacinador.

Segundo o secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Sebastião José das Neves, a equipe do município visita todas as comunidades rurais de São Domingos do Cariri e realiza a vacinação com todo o investimento por conta da Prefeitura. Assim, segundo ele, a meta é não apenas alcançada, mas superada e o rebanho do município tem sempre o selo de segurança da Defesa Sanitária do Estado.

Para a prefeita Inara Marinho, a ação é uma política pública de sua gestão na área de agricultura e visa oportunizar aos produtores que já sofrem com a prolongada seca e com a escassez de ração animal, a vacinação gratuita e no tempo certo aos agricultores de São Domingos do Cariri. Inara disse ainda que para os retardatários, o município adquiriu mais 400 doses, afim de que todos os produtores sejam assistidos e todo o rebanho prevenido da Febre Aftosa.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri