UFCG oferta 1.580 vagas de graduação para o Sisu 2017.2; veja vagas

A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) vai ofertar 1.580 vagas em cursos de graduação dos campi de Campina Grande, Cuité, Cajazeiras, Patos, Pombal e Sousa, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu 2017.2). As inscrições começam nesta segunda-feira (29). Confira quadro vagas.

Os interessados têm até as 23h59min do dia 1º de junho para efetivar a inscrição no site do Sisu. Só podem se inscrever os candidatos que participaram da edição de 2016 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A lista com os nomes dos aprovados na chamada regular do Sisu vai ser divulgada no dia 5 de junho. Estes candidatos devem realizar o cadastramento na UFCG nos dias 9, 12 e 13 de junho.

Lista de espera

Os candidatos que não foram aprovados na chamada regular devem manifestar interesse em participar da Lista de Espera no site do Sisu no período de 5 a 19 de junho. A convocação desses candidatos pela UFCG começa no dia 7 de agosto. Estão previstas oito chamadas. As aulas do período 2017.2 vão ser iniciadas no dia 9 de outubro.

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri