Prefeitura de Patos lança edital de processo seletivo com 427 vagas; confira detalhes

Foi lançado, na terça-feira (23), o edital do processo seletivo com 427 vagas para a prefeitura de Patos, no Sertão da Paraíba. São 240 vagas para cargos de nível superior, 159 para os de nível médio e 28 para os de nível fundamental, com salários que variam entre R$ 1.014 e R$ 12 mil. As inscrições começam na segunda-feira (29).

O cargo com o maior salário é o de médico psiquiatra, com três vagas para atuar no Centro de Apoio Psicossocial (Caps) e carga horária de 20 horas semanais. Outro salário de destaque, R$ 9,2 mil, é oferecido ao cargo de médico clínico, que também conta com três vagas. A seleção vai preencher vagas nas secretarias de saúde, educação e desenvolvimento social.

Em relação ao número de vagas, os técnicos de enfermagem, com formação de nível técnico, podem concorrer a 50 delas, sendo 20 destinadas especificamente para atuar em sala de vacina. O salário para este cargo é de R$ 1.250. Enfermeiros, com formação de nível superior, podem concorrer a 20 vagas com salário de R$ 2,5 mil.

As inscrições podem ser feitas até dia 18 de junho pela internet, no sita da organizadora e as taxas de inscrição custam R$ 60 para cargos de nível fundamental, R$ 80 para nível médio e técnico e R$ 100 para os de nível superior. A prova objetiva está programada para acontecer no dia 23 de julho. Para os cargos com prova de títulos, essa fase acontece no dia 9 de agosto.

Processo seletivo da prefeitura de Patos

– Número de vagas: 427

– Inscrições: 29 de maio a 18 de junho

– Data da prova objetiva: 23 de julho

Nível superior

– Vagas: 240

– Salários: de R$ 1.568 a R$ 12 mil

– Taxa de inscrição: R$ 100

– Cargos: angiologista, assistente social, biomédico, cardiologista, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, gastroenterologista, hematologista, médico clínico, médico plantonista, neurologista, neuropediatra, nutricionista, odontólogo em quatro especialidades, oftalmologista, otorrinolaringologista, pediatra, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, psiquiatra, reumatologista, ultrassonografista, urologista, professor de ciências naturais, educação artística, de educação física, de ensino fundamental, de ensino infantil, de geografia, de história, de língua inglesa, de língua portuguesa, de matemática.

Nível médio

– Vagas: 159

– Salários: R$ 937 a R$ 1.250

– Taxa de inscrição: R$ 80

– Cargos: Monitor de Caps, técnico auxiliar de regulação médica, técnico de enfermagem, técnico em farmácia, técnico em laboratório, técnico em manutenção de equipamentos hospitalares, técnico em radiologia, técnico em saúde bucal, orientador social, educador social, cuidador social, auxiliar de cuidador social, orientador social, técnico nível médio.

Nível fundamental

– Vagas: 28

– Salários: R$ 1.014

– Taxa de inscrição: R$ 60

– Cargos: agente comunitário de saúde

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri