João Henrique emite nota sobre suposta doação de R$ 700 da JBS e diz valor irrisório veio do deputado Wellington Roberto

O deputado estadual João Henrique (DEM), emitiu nota na noite desta segunda-feira (22) esclarecendo notícias veiculadas em sites do Estado a cerca de doações feitas pela JBS.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA:

“O deputado estadual João Henrique (DEM) esclarece notícias veiculadas em alguns sites de notícias da Paraíba que, de forma indevida, citaram seu nome como um dos deputados que teriam recebido doações da JBS.

O irrisório valor de R$ 700,00 (setecentos reais), citado nas matérias, corresponde, na verdade, a uma mera doação não em dinheiro, mas de materiais de campanha, especificamente santinhos, que o Deputado Federal Wellington Roberto fez em decorrência da campanha “casada” feita com o deputado estadual João Henrique em alguns municípios paraibanos.

De fato, ambos os deputados, como é público e notório, fizeram campanhas conjuntas em alguns municípios da Paraíba, e o deputado Wellington Roberto confeccionou santinhos casados dos dois, os quais o deputado João Henrique, também para cumprir a legislação de regência, incluiu em sua prestação de contas como doação de material de campanha feita por Wellington Roberto, conforme comprovam os recibos em anexo.

O deputado João Henrique informa que jamais teve qualquer contato com os proprietários ou com representantes da empresa JBS; que jamais pediu ou recebeu qualquer tipo de doação dessa empresa; que apenas recebeu santinhos, num valor estimado de R$ 700,00 (setecentos reais), isso por parte do Deputado Wellington Roberto; e que todas as suas prestações de contas eleitorais foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Diante dos fatos acima citados e comprovados, o deputado João Henrique demonstra o equívoco da citação do seu nome.”

Confira os recibos:

 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri