Padre Aparecido Camargo é eleito Administrador Diocesano de Campina Grande

O Padre Aparecido Francisco Camargo foi eleito administrador Diocesano de Campina Grande. A Decisão foi tomada na manhã desta segunda-feira (22) durante a reunião do Colégio de Consultores. Padre Aparecido fica na função até o Papa Francisco nomear o próximo Bispo de Campina Grande.

A escolha do Administrador está prevista no Código de Direito Canônico, que orienta que o Colégio de Consultores Diocesano se reúna no prazo de oito dias a contar do dia em que a Diocese entrou no período vacante. No caso, Campina Grande está vacante desde sábado (20), quando Dom Manoel Delson tomou posse como Arcebispo da Paraíba.

Padre Aparecido Camargo é natural de Itaberaí, estado de Goiás e tem 60 anos. É pároco na Paróquia de Santa Rosa de Lima, que fica no bairro de Santa Rosa, em Campina Grande. Em julho deste ano, o padre completa 30 anos de ordenação sacerdotal.

O Administrador Diocesano não tem as mesmas funções do Bispo. Ele apenas administra a Diocese e prepara a Igreja Particular para a chegada do próximo Bispo, ato da Sé Apostólica que não tem prazo definido para acontecer.

 

De Olho no Cariri

Com Pascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri