Ronaldo Queiroz avalia Marcha dos Prefeitos e diz que evento serviu para fortalecer pleito dos municípios

Com o intuito de buscar aprimorar cada vez mais sua gestão à frente do município de Gurjão e defender as prefeituras frente ao defasado Pacto Federativo ora em vigor no País, o prefeito Ronaldo Queiroz esteve participando da XX Marcha dos Prefeitos organizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). A mobilização dos prefeitos, que aconteceu em Brasília, começou na segunda feira dia (15) e terminou na última quinta-feira (18).

Para Ronaldo Queiroz, os municípios conseguiram avançar no debate com o Governo Federal e já recebeu do presidente da República uma importante conquista, a renegociação das dívidas previdenciárias, que em muitas cidades deixa a gestão ingovernável. Ronaldo disse ainda que a principal luta dos prefeitos que é um novo Pacto Federativo avançou em suas discussões e o presidente Temer sinalizou que negociaria com os gestores a possibilidade após o País sair do momento de recessão no qual se encontra.

“Foram cerca de cinco mil prefeitos participantes. Foi um momento muito importante porque é hora dos municípios partilharem seus problemas, bem como descobrirem maneiras de aperfeiçoar a gestão. Ainda aproveitamos a viagem para nos reunirmos com deputados e senadores paraibanos e encaminhamos vários pleitos, recebendo dos representantes federais do Estado uma boa acolhida e empenho para alcançar novas metas de ações”, pontuou.

Com Ascom
Felipe Diniz

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri