Atividades alusivas ao 18 de maio são realizadas em Sumé

As Secretarias de Assistência Social e de Saúde de Sumé realizaram na manhã desta quinta (18), uma grande mobilização para lembrar do 18 de maio, que tem atos realizados em todo o país.

Nesta data, é chamada a atenção da comunidade para o combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, assim como para o dia da Luta Antimanicomial, que se caracteriza pela luta dos direitos das pessoas com transtorno mental e pelo fim do preconceito, tendo como meta a substituição progressiva dos hospitais psiquiátricos por serviços abertos de tratamento, a exemplo dos Centros de Atenção Psicosocial.

Durante toda a semana, o CREAS e o CAPS realizaram atividades alusivas aos temas.

Palestras, panfletagens, rodas de conversa foram algumas das ações realizadas, que culminaram com uma caminha saindo da Praça Adolfo Mayer em direção à José Américo.

Participaram as secretárias Alessandra Regina (Saúde), Tanniery Lêla (Assistência Social), o secretário Odilon Araújo (Educação), os coordenadores do CAPS e do CREAS, respectivamente, Divanício Albuquerque, Francismere Passos e ainda servidores, professores, estudantes, Conselho Tutelar e usuários do CAPS.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri