Polícia prende no Cariri parte da quadrilha responsável pela explosão ao Bradesco de Cuité

A Polícia Militar prendeu cinco suspeitos da quadrilha que explodiu, na madrugada desta quinta-feira (11), a agência do Bradesco da cidade de Cuité, no Curimataú da Paraíba. Os acusados foram surpreendidos na fuga por policiais do Grupamento Especializado de Operações em Área de Caatinga (GEOsAC) – tropa criada pelo comando da PM para combater as quadrilhas de ações contra bancos no Estado.

José Ednaldo da Silva, de 32 anos; Francisco de Assis Silva Casado, 32; Abravanel Bruno Alves da Silva, 19 anos;  Lucas da Silva Machado, de 21 anos; e Edson Ferreira da Silva, 39, foram presos na cidade de Barra de Santa Rosa, no Cariri Oriental da Paraíba. Após a prisão dos cinco, equipes das Polícias Militar e Civil, com apoio do helicóptero Acauã, realizaram buscas em toda zona rural dos municípios da região.

Com os suspeitos, foram apreendidos quatro carros, um deles do Rio Grande do Norte, e uma moto, bem como duas armas de grosso calibre, explosivos, munições, capas de colete balístico, bala clava, roupas camufladas, grampos e ferramentas usadas na ação contra o banco.

Os presos são da Paraíba, mas a quadrilha tem ramificação no Estado do Rio Grande do Norte, conforme informações preliminares.

Os cinco serão levados para a Delegacia de Polícia Civil, em Cuité.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri