TCE julga hoje contas de duas Prefeituras e quatro Câmaras Municipais

Vinte e seis processos, em meio aos quais duas contas oriundas de Prefeituras e quatro de Câmaras de Vereadores, compõem a pauta de julgamentos do Tribunal de Contas do Estado para esta quarta-feira (10).

Serão verificadas, na ocasião, as contas de 2014 dos ex-prefeitos de Junco do Seridó (Cosmo Simões de Medeiros) e Diamante (Marcília Mangueira Guimarães), e além da Câmara de Prata, as Câmaras Municipais de Pedra Branca (exercício de 2013), Cruz do Espírito Santo e Pocinhos (2014).

A mesma pauta contém, ainda, as prestações de contas da Rádio Tabajara – Superintendência de Radiodifusão (2011), da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (2014) e da PB-Tur Hotéis S/A (2014). Também, recursos atinentes às Prefeituras de Alhandra, Natuba, Pedra Lavrada, Monte Horebe, Cachoeira dos Índios, São José dos Ramos e Tavares.

O Tribunal de Contas da Paraíba, órgão presidido pelo conselheiro André Carlo Torres Pontes, reúne-se, ordinariamente, às quartas-feiras, a partir das 9 horas, com acesso permitido ao público e transmissões ao vivo pela TV TCE-PB (canal no Youtube).

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri