Cagepa confirma que vai estudar uma renovação no sistema de abastecimento de Serra Branca

A informação foi dada com exclusividade à Serra Branca FM em entrevista concedida ao Jornal do Meio Dia pelo gerente regional da Cagepa de Campina Grande, Ronaldo Menezes. Segundo ele, a companhia vai realizar um estudo técnico sobre a rede de distribuição de água da cidade e uma vez detectada sua defasagem, a gerência encaminhará a diretoria estadual do órgão um pedido de renovação da rede local de abastecimento.

Ronaldo explicou que esse diagnóstico será feito após a distribuição da água da transposição, isto é, quando o sistema de distribuição de água estiver operando com sua capacidade total.

Ainda de acordo com o gerente, após esse estudo, um pedido de renovação da rede de Serra Branca será feito à gerência estadual da Cagepa que deverá deliberar a alocação de recursos.

Abastecimento com as águas da transposição

Segundo Ronaldo Menezes, a Cagepa está com as obras de captação da água do São Francisco para a adutora do Congo em fase de conclusão e apenas aguardando a chegada das bombas flutuantes que serão instaladas no sistema de captação. A água do São Francisco será captada numa intervenção feita pela Cagepa no sítio Conceição, entre Sumé e a cidade do Congo, no leito do Rio Paraíba.

Lá, as obras estão a todo vapor e a expectativa maior é por essas bombas que captarão a água e através do sistema será levada até a estação de tratamento de Sumé, de onde seguirá para todo o Cariri. A previsão, segundo Ronaldo, é de que até o final de maio o sistema comece a funcionar.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri