Açude de Taperoá volta a sangrar em menos de 15 dias

O açude Manoel  Marçonilo, localizado na cidade de Taperoá, na região do Cariri paraibano, voltou a sangrar nesta terça-feira (09), depois do registro de chuvas na nascente do açude que fica localizada na cidade de Desterro, no Sertão. É a segunda vez que o reservatório sangra em menos de 15 dias.

O manancial atingiu seu volume máximo pela primeira vez no dia 29 de abril.  O reservatório tem capacidade para 15.178.900 metros cúbicos de água.

As águas do manancial seguem pela calha do rio Taperoá e a expectativa de moradores da região é de que, dessa vez, a água chegue até o  açude de Boqueirão, que já recebe as águas da Transposição do Rio São Francisco.

Com MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri