Após divergências, PT da Paraíba elege dois presidentes

As divergências internas no PT resultaram na eleição de dois presidentes estaduais da legenda na Paraíba, durante Congresso realizado neste sábado, em João Pessoa. Um grupo elegeu o deputado estadual Anísio Maia para comandar a legenda no estado e outro escolheu Jackson Macedo. O impasse permanece no partido.

Em entrevista , Josenilton Feitosa explicou que Anísio Maia foi eleito com os votos de 126 delegados do PT, inclusive o deputado federal Luiz Couto e o deputado estadual Frei Anastácio.

Um outro grupo do partido elegeu Jackson Macêdo através de 124 delegados. Entre os apoiadores de Macêdo está o vereador de João Pessoa, Marcos Henriques e o ex-presidente da sigla, Charliton Machado.
 

Com MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri