INOVAÇÃO: Estudantes da UFCG de Sumé desenvolvem aplicativos

Três estudantes concluintes do curso de Engenharia de Produção do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG, como trabalho de conclusão do curso, desenvolveram aplicativos nas áreas de atividades de vendas, gestão de cadastramento e matrícula de curso e de automatização. Os trabalhos foram apresentados na quinta-feira, 4 de maio.

A aluna Anna Karla Amorim Diniz, desenvolveu um aplicativo para vendas na empresa La Chapa Hamburgueria, localizada em Sumé. Trata-se de uma ferramenta para a clientela da empresa realizar pedidos detalhados e fazer pagamentos através do telefone móvel e tablets de forma on line.

Já a aluna Brena Ruth de Souza desenvolveu o Sistema de Cadastramento e Matrícula para alunos da Unidade Acadêmica de Engenharia de Produção (UAEP), chamado de SISCAD. “A ideia do sistema surgiu por meio de conversas com os responsáveis pelo gerenciamento de dados de alunos que estão tanto em fase de agendamento quanto dos alunos já matriculados no curso, onde ficou perceptível a necessidade de um sistema de banco de dados para gerenciamento de dados e informações na UAEP pois o sistema acadêmico da universidade não possui as funcionalidades necessárias ao dia a dia da coordenação”, assim de acordo com o trabalho da aluna, com base nessas conversas foi definido que o ponto mais importante dentro dos sistemas seria o controle dos dados de agendamento dos alunos selecionados no Sisu.

O terceiro trabalho, apresentado por Maria José Gomes Rodrigues trata-se do Sistema de Informação para Automatização para uma empresa no ramo de climatização de ambientes (Sistema Gerencial G5).

Tanto o aplicativo La Chapa Hamburgueria quanto o  SISCAD foram desenvolvidos na Unidade Acadêmica de Engenharia de Produção – UAEP. Os três trabalhos de conclusão de curso foram orientados pela professora Cecir Barbosa de Almeida Farias, coordenadora administrativa da UAEP.

Com Ascom
Rosenato Barreto

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri