TRE nega recurso de cassação contra o prefeito e vice de Amparo

O ex-prefeito do município de Amparo, José Arnaldo impetrou no Tribunal Regional Eleitoral do estado da Paraíba um recurso contra expedição de diploma do atual Prefeito Inácio Nóbrega e Vice Prefeito Flávio Messias. O argumento utilizado pelo ex-gestor foi a falta de filiação partidária por parte do atual Vice-Prefeito.

Em decisão monocrática proferida pelo Desembargador Eleitoral, Antônio Carneiro de Paiva Júnior, o mesmo indeferiu o recurso contra expedição de diploma, acatando o argumento levantado pela defesa do prefeito e do vice.

Em contato com o Portal Paraíba Mix, o advogado do prefeito e do Vice Prefeito, Dr. Netinho Maracajá Medeiros, afirmou que sempre esteve confiante na vitória desse processo, pelo fato de que ficou demasiadamente comprovada a filiação partidária em tempo hábil para concorrer as eleições do Vice Prefeito Flávio Messias, e ainda pelo fato desse mesmo questionamento ter sido objeto de outro processo, também com nossa vitória.

Também participou da defesa do prefeito e vice, o advogado Dr. João Paulo. A decisão cabe recurso para o Tribunal Regional Eleitoral.

Com Paraíba Mix

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri