Mais de 16,8 mil eleitores têm título cancelado na PB; veja como regularizar situação

Cerca de 16.894 paraibanos devem ter seus títulos de eleitor cancelados. O prazo para regularização da situação de quem não votou nas últimas três eleições com a possibilidade do não pagamento de multa acabou na terça-feira (2). Para a Justiça Eleitoral, cada turno conta como uma eleição.

De acordo com a assessoria de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral na Paraíba (TRE-PB), os eleitores que tiverem o título cancelado e quiserem votar nas Eleições 2018 devem se inscrever novamente até maio do ano que vem. O procedimento é rápido, mas deverá depender do pagamento de multa. O valor gira em torno de R$ 3,50.

Ainda conforme o TRE-PB, a lista oficial de eleitores que tiveram cadastros cancelados deve ser divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o dia 17 deste mês.

Quem permanecer com o cadastro cancelado junto a Justiça Eleitoral terá o CPF suspenso e, consequentemente, ficará impedido de exercer uma série de direitos, como, por exemplo, tomar posse em cargo público, se matricular em universidades públicas ou  ter acesso a serviços bancários.

Com Amanda Gabriel – Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri