Mesmo com açude cheio, população de S Domingos do Cariri está sem água há 5 dias

A população de São Domingos do Cariri está desabastecida desde a última sexta-feira, 28 de abril, após uma bomba da Cagepa que faz o processo de distribuição de água ser quebrada. De lá para cá, a bomba não foi concertada nem substituída e a população sofre com o desabastecimento.

Populares estão à espera de uma resposta da Cagepa para o problema, especialmente porque o açude municipal está com mais de 20% de sua capacidade.

Segundo relato de um morador da cidade, “há muito tempo a Cagepa explora os serviços de distribuição e abastecimento local praticamente sem ônus algum, uma vez que o açude não secou mesmo com essa prolongada estiagem e a Cagepa continuou recebendo da população sem precisar realizar intervenções para seu abastecimento há muito tempo”, relatou.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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