Tiroteio na festa de Emancipação Política de Barra de Santana deixa duas pessoas mortas

Uma briga ocorrida durante a festa de Emancipação Política de Barra de Santana, no Cariri paraibano, terminou com duas pessoas mortas na noite deste domingo (30). Segundo as primeiras informações divulgadas pelo Centro Integrado de Operações da Polícia Militar (Ciop), dois jovens foram baleados e chegaram a ser socorridos, mas não resistiram e morreram.

O caso ocorreu por volta das 23h. De acordo com a Polícia Militar, enquanto a festa ocorria houve uma briga, seguida de disparos no meio do público. Três homens foram identificados como suspeitos do crime. Eles fugiram do local em três motos, sendo duas de cor preta e outra de cor azul. A Polícia Militar chegou a perseguir os suspeitos, mas não conseguiu localizar eles.

Os dois jovens feridos foram encaminhados para o Hospital de Queimadas, mas não resistiram aos ferimentos e morreram. No local, a Polícia Militar não conseguiu identificar as vítimas. A Polícia Civil foi acionada e está investigando o crime.

De Olho no Cariri

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri