Açude de Taperoá amanhece com 100% da sua capacidade e água já começa a lavar o sangradouro do manancial

O açude Manuel Marcionilo, em Taperoá, amanheceu na manhã deste sábado (29) com 100% da sua capacidade e está a poucos centímetros de sagrar. Após as últimas chuvas, está descendo muita água do Rio Taperoá e o sangradouro já começou a ser lavado. A expectativa da população é que o manancial transborde com boa lâmina d’água ainda hoje.

O açude de Taperoá chegou a ter apenas 3,2% da sua capacidade e cada recarga de água que o açude estava recebendo nos últimos dias, a população que vive um momento de seca e crise hídrica, se alegrava e comemorava.

Após o reservatório sagrar, sua agua desce pelo Rio Taperoá com destino ao açude de Boqueirão, que hoje se encontra com 3,3% da sua capacidade.

De Olho no Cariri

 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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