Prefeitura e Câmara de São João do Tigre aderem a Greve Geral e servidores não trabalham nesta sexta

O prefeito de São João do Tigre, Célio Barbosa, e o presidente da Câmara de Vereadores, Arnóbio Melo, aderiram à paralisação nacional nesta sexta-feira em protesto às reformas propostas pelo Governo Temer. Todos os serviços que não forem de caráter essencial ficarão paralisados e só retornam na próxima terça-feira, 02 de maio, uma vez que o dia 01 é feriado.

Para Célio Barbosa, a “Greve Nacional” é um grito da população brasileira que não aceita as reformas que estão sendo propostas pelo Governo como alternativa para a crise enfrentada pelo Brasil. “Nós não apenas estamos sensíveis, como somos parte do grande povo que não aceita perder direitos históricos conquistados em nome de interesses de uma elite muito bem representada pelo governo do presidente Michel Temer”, ressaltou o gestor.

Já o presidente da Câmara, Arnóbio Melo, disse que como chefe da Casa do Povo, o Poder Legislativo de São João do Tigre não poderia deixar de apoiar e fortalecer um movimento que já é aprovado por quase todas as categorias profissionais e até pelas Igrejas. “Se para mudar o que não é bom precisamos começar por iniciativas simples e ao nosso alcance, estamos aderindo a Greve Geral e fortalecendo o movimento de luta”, pontuou.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri