TOVAR: “PBPrev aumentou em 250% de benefícios e isso deve cassar Ricardo nesta segunda”

O deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) afirmou que a Paraíba toda volta os seus olhos para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que julga nesta segunda-feira (16) a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) da PBPrev. O tucano destacou que em 2013, a previdência estadual pagou R$ 2 milhões em benefícios para servidores. Já em 2014, foram mais de R$ 7 milhões pagos às vésperas do primeiro turno. Isso representa um aumento de 250%.

“Houve abuso de poder econômico e todos nós esperamos que a justiça seja feita e que o governador Ricardo Coutinho (PSB) tenha seu mandato cassado”, disse.

Tovar lembrou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) já se posicionou pela condenação do governador e, certamente, os magistrados seguirão o mesmo entendimento. O parecer aponta que foram pagos benefícios a servidores estaduais, em 2014, no ano eleitoral, mais de R$ 7 milhões às vésperas do primeiro turno. O montante é muito maior que o volume pago em anos anteriores. A ação foi proposta pela coligação ‘A Vontade do Povo’ que denunciou uma enxurrada de pagamentos de retroativos no âmbito da PBPrev no período eleitoral.

A acusação ponta que em 2013, a PBPrev provou o pagamento de apenas 163 processos a servidores estaduais. Já em 2014, em pleno ano eleitoral, o volume subiu para 1658, ou seja, mais de 1000% de aumento. Entre a realização do primeiro e segundo turnos das eleições de 2014 foram analisados, deferidos e pagos um quantidade superior ao somatório dos três exercícios financeiras anteriores (2011, 2012 e 2013).

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri