Marinha abre concurso com 146 vagas e remunerações de até R$ 10,5 mil; veja edital

A Diretoria de Ensino da Marinha começou a inscrever para mais um concurso público de nível superior. Desta vez, as chances são para profissionais da área de Saúde. Ao todo, são 146 vagas ofertadas e as inscrições vão até o dia 15 de maio. Podem participar da seleção homens ou mulheres que tenham idade inferior a 36 anos. O valor da taxa de inscrição é de R$ 110 e o pagamento poderá ser realizado até 19 de maio. Veja aqui os editais abertos.

Os aprovados e classificados na seleção inicial farão o Curso de Formação de Oficias (CFO), no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), no Rio de Janeiro, com duração de 39 semanas. Após a aprovação no CFO, no final de 2018, os militares serão nomeados Oficiais da Marinha do Brasil no posto de Primeiro-Tenente e passarão a receber remuneração de cerca de R$ 10.500.

Os médicos interessados em fazer o concurso devem ficar atentos, pois existem vagas no âmbito nacional e regional. No segundo caso, eles deverão obrigatoriamente possuir o Certificado de Residência Médica ou Certificado de Título de Especialista na especialidade a qual concorrem.

O concurso traz 100 vagas em especialidades de Medicina, tais como: Anestesiologia, Cancerologia, Cardiologia, Cirurgia Cardíaca, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica, Cirurgia Vascular, Clínica Médica, Dermatologia, Endocrinologia/Metabologia, Gastroenterologia, Ginecologia e Obstetrícia, Infectologia, dentre outras.

Já para o concurso regionalizado, são 23 vagas para médicos. O edital traz ainda 12 vagas para cirurgião-dentista (nas especialidades de Dentística, Endodontia, Odontopediatria, Periodontia e Prótese Dentária) e 11 vagas para Apoio à Saúde (nas especialidades de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Nutrição).

Com Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri