‘TAPEROÁ VAI VIRAR MAR’: Forte chuva caída em Desterro faz Rio Taperoá transbordar e água segue para Boqueirão

EXCLUSIVO: O dia de ontem foi marcado por muita chuva caída na região do Cariri. Choveu pelo menos em 5 cidades da região, mas a mais forte delas se deu na região polarizada por Taperoá.

Segundo informações recebidas pela reportagem do portal De Olho no Cariri, em Desterro choveu em torno de 130mm, em Taperoá foram 65mm e em Tataíra, distrito de Desterro, chegou a ser registrada uma chuva de 190mm.

As chuvas fizeram o Rio Taperoá transbordar com muita água, que em breve deverá passar pelas pontes de São João do Cariri e Cabaceiras e seguir para o açude de Boqueirão.

O açude Manuel Marcionilo, em Taperoá, tomou muita água e segundo o prefeito Jurandi Gouveia até sábado, se as chuvas continuarem, o manancial pode sangrar.

De Olho no Cariri
Foto: Toinho Patativa

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri