Águas da Transposição começaram a entrar no Açude de Boqueirão na madrugada desta quarta

Para surpresa de muita gente, as águas da transposição começaram a chegar ao Açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, na madrugada desta quarta-feira (12). A informação foi confirmada por Porfírio Augusto da Silva, morador de Boqueirão, que foi pessoalmente ao Açude, na madrugada desta quarta (12), para presenciar o histórico momento.

O morador enviou duas fotos que mostram as águas da transposição chegando na primeira régua do Açude, numa localidade conhecida como Jacaré, entre meia noite e uma hora da manhã desta quarta-feira (12).

O que não ocorreu ainda, segundo o relato de Porfírio, foi o encontro das águas da transposição com as águas que ainda estão no açude.

“A água do São Francisco está dentro do Açude de Boqueirão, mas ainda não se encontrou com as águas que restam em nosso açude, que estão no mirador. Chegou à meia noite pra 1 hora da manhã, no Jacaré”, disse Porfírio, que é natural de Boqueirão, mas mora em Sergipe e está animado com o novo cenário que a transposição vislumbra para a sua terra natal.

Com Carlos Magno

 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri