Gestores municipais participam de oficina sobre o programa ID Jovem

Mais de 100 gestores municipais ligados à pasta de juventude estarão, nesta quarta-feira (12), em Campina Grande, participando de uma oficina de funcionamento do ID Jovem na Paraíba. O evento, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), está marcado para ter início às 13h, no Cine São José e contará com a presença de representantes da Secretaria Nacional de Juventude.

O ID Jovem é um programa do Governo Federal aplicado às políticas públicas para a juventude (15 a 29 anos) que está enquadrada na população de baixa renda, oferecendo serviços como: meia entrada em eventos culturais e de lazer; duas vagas gratuitas no sistema de transporte coletivo interestadual e ainda duas vagas com desconto de 50% no valor da passagem.

“Existem alguns requisitos para que o jovem possa ser incluído no programa como: estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadúnico) e suas informações devem estar atualizadas há pelo menos 24 meses. Também é exigência ter um número de identificação social que pode ser visualizado no cartão cidadão”, disse a secretária executiva de Juventude, Priscilla Gomes.

O secretário Bruno Roberto destacou a importância do trabalho voltado para a juventude paraibana. “Esse programa é altamente importante para contribuir com o dia a dia do jovem brasileiro e aqui na Paraíba, os gestores das prefeituras poderão se inteirar e tirar todas as suas dúvidas com relação ao ID Jovem. Por isso, é importantíssima a participação de cada um”, frisou.

De Olho no Cariri

Com Secom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri