TCE julga hoje contas de cinco Prefeituras e seis Câmaras Municipais

Vinte e nove processos compõem a pauta de julgamentos do Tribunal de Contas do Estado para esta quarta-feira (12). Há, em meio a eles, cinco contas anuais oriundas de Prefeituras e seis de Câmaras Municipais.

O TCE verificará, na ocasião, as prestações de contas dos prefeitos de Bom Jesus (Roberto Bandeira de Melo Barbosa, exercício de 2014) e de Tenório (Evilázio de Araújo Souto, 2013). Também, as contas de 2014 dos ex-prefeitos de Sumé (Francisco Duarte da Silva), Santana de Mangueira (Tânia Mangueira Nitão Inácio) e Salgado de São Félix (Adaurio Almeida).

As Câmaras de Vereadores com prestações de contas anuais na pauta do TCE são as de Casserengue, São José do brejo do cruz, Livramento, Imaculada, Umbuzeiro e Arara, atinentes ao exercício de 2015.

Presidido pelo conselheiro André Carlo Torres Pontes, o TCE reúne-se, ordinariamente, às quartas-feiras, a partir das 9 horas, com acesso permitido ao público e transmissões ao vivo pela TV TCE-PB (canal no Youtube).

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri