Cássio confirma ato simbólico por chegada das águas a Boqueirão na quarta-feira

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) comentou sobre o ato simbólico que vai acontecer nesta quarta-feira, 12, na cidade de Boqueirão, para celebrar a chegada das águas da transposição do rio São Francisco.

Cássio afirmou que é importante que a população se conscientize sobre a necessidade de preservação da água e do uso moderado.

Ele salientou que a obra da transposição foi atrasada em cinco anos e disse que o governo do PT teve a oportunidade de concluir e não o fez.

O senador disse ainda que a transposição demonstra o desenvolvimento das cidades beneficiadas e a certeza de pausa no racionamento.

“Vamos celebrar a ressurreição de Campina Grande, que estava em vias de ter o colapso no seu abastecimento. O açude de Boqueirão não suportaria por mais muito tempo e graças a Deus o compromisso feito pelo ministro está sendo cumprido. Vamos fazer um ato simbólico para mostrar à população que a água chega no açude, mas também alertar a população que a água continua sendo um bem finito”, frisou.

Com Paraíba Online

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri