Audiência Pública debate segurança e reabertura de agência bancária em Juazeirinho

A Câmara de Vereadores de Juazeirinho juntamente com o Banco do Brasil realizam nesta terça-feira (11), às 15h00, uma audiência pública para debater a segurança pública na região.

O foco principal da audiência é a reabertura da agência do BB no município, que está fechada há mais de ano, após ter sido alvo de bandidos.

Participarão do evento prefeitos, vereadores, deputados e segmentos da sociedade civil organizada.

“Faremos essa audiência juntamente com o BB para discutirmos a questão da segurança pública e a reabertura da agência aqui em Juazeirinho, que beneficia todas as cidades da região,” destacou o presidente da Câmara Municipal, Cícero Silva (PTdoB).

Ele aproveitou pra convidar a população e destacou que a presença da mesma será indispensável.

 

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri