Gabriella Figueiredo representa a Paraíba em Circuito de Hipismo

A jovem amazona Gabriella Figueiredo, de 16 anos, conquistou nesse domingo (9), no Centro Hípico da Paraíba, em Mangabeira, a 1ª Etapa do Circuito Paraibano de Hipismo e garantiu a classificação para o Circuito Norte-Nordeste, que vai ocorrer entre os dias 21 e 23 deste mês, em Recife. Gabriella é uma das atletas paraibanas inseridas no programa Bolsa-Atleta, do Governo do Estado.

No currículo, pela categoria jovem cavaleiro A, Gabriella já acumula um título de campeã brasileira por equipes; a terceira colocação brasileira individual; vice-campeã no ranking Norte-Nordeste e tricampeã no ranking paraibano de hipismo.

“Essa paixão pelo hipismo começou cedo, pois desde os sete anos de idade que ela começou a praticar esse esporte e atualmente vem tendo excelentes desempenhos”, disse a mãe de Gabriella, Poliana Figueiredo.

“Agora é preciso treinar muito porque vem aí o Circuito Norte-Nordeste, que vai ser em Recife, e pretendo representar bem a Paraíba num evento que vai reunir inúmeros competidores das duas regiões. Minha classificação se deu graças a essa primeira colocação no Circuito Paraibano nesse final de semana”, disse a atleta.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri