Cássio vai para evento com Cartaxo e diz que oposição não precisará lançar candidato “fabricado” em 2018

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) disse nesta segunda-feira (10) que o grupo das oposições na Paraíba tem vários nomes e de vários partidos para disputar o Governo do Estado em 2018 e aproveitou para alfinetar o governador Ricardo Coutinho dizendo que não precisará fabricar candidato para chegar forte nas eleições e sim dialogar corretamente com os aliados.

Cássio disse ainda que está à disposição do seu partido e do grupo das oposições para sair como candidato a governador da Paraíba nas eleições de 2018. “Eu estou à disposição, se for essa a decisão do meu partido e das forças coligadas, nós estaremos à disposição, mas eu insisto que acho que é cedo para decidir isso”, declarou.

Sobre a disputa com Ricardo Coutinho e seu grupo, Cássio relembrou que as últimas postulantes a prefeitura de João Pessoa lançadas pelo partido socialista, Estela Bezerra e Cida Ramos, foram ‘experimentadas’ em uma disputa eleitoral pela primeira vez em 2012 e 2016. Para ele, o grupo das oposições tem líderes fortes e não precisará de candidatos inventados.

“No campo das oposições nós temos líderes populares, líderes que têm força no estado. Temos líderes que não precisam ser fabricados em laboratórios, que não precisam ser inventados e no tempo próprio nós vamos discutir para compor a chapa majoritária”, disse.

Cássio declarou ainda que além do seu nome, o PSDB tem outros quadros que podem vir a ser o candidato a governador, como os prefeitos de Guarabira, Zenóbio Toscano, e de Campina Grande, Romero Rodrigues. Além dos tucanos ele também citou o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), o senador José Maranhão (PMDB) e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) como possibilidade do grupo para disputar a cadeira do Palácio da Redenção.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri