Bancada Paraibana luta para liberar R$ 40 milhões destinados à construção do Ramal Piancó

A bancada federal paraibana vai unir forças para liberar R$ 40 milhões em emenda destinada para a construção do ramal da transposição das águas do rio São Francisco com entrada pelo Vale do Piancó. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (5) durante reunião dos parlamentares da Paraíba. “Vamos manter audiência com o Ministério do Planejamento para pedir prioridade na liberação desse recurso. O Ramal Piancó é urgente, pois quem tá com sede não pode esperar”, disse o coordenador da bancada, Benjamin Maranhão (SD).

A reunião da bancada teve o objetivo de discutir o contingenciamento das emendas de bancada impositivas anunciadas pelo Governo Federal. Pelos cálculos, haverá um corte de aproximadamente R$ 119 milhões dos recursos destinados ao Estado.  O valor original era R$ 224,6 milhões. “Mesmo sendo algo momentâneo, um congelamento, elencados prioridades e iremos lutar para não perder recursos”, comentou.

O terceiro braço da transposição do São Francisco pelo Rio Piancó e Coremas-Mãe D’Água na Paraíba atenderá toda uma região que sofre com a crise histórica. O projeto  prevê a construção de um conjunto de adutoras que vai garantir a chegada da água para 18 municípios que possuem problemas de abastecimento.

O Ramal Piancó, conforme explicou Benjamin, é um canal que vai perenizar o Rio Piancó, abastecendo o maior conjunto de barragens da Paraíba, que é o Coremas-Mãe D’Água.

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri