Prefeita de Monteiro anuncia nome do superintendente da MONTRAN

A prefeita de Monteiro, Anna Lorena, anunciou na tarde desta terça-feira (4), o nome do novo superintendente da Autarquia Municipal de Trânsito de Monteiro – MONTRAN, após reunião realizada com os agentes de trânsito do órgão.

O novo superintendente é o monteirense José Valdecy, ex-funcionário do Banco do Estado da Paraíba – PARAIBAN e fundador da tradicional lanchonete Sandubas.

Durante o encontro, que aconteceu na sede da Prefeitura de Monteiro, a prefeita Anna Lorena pediu o empenho de todos e uma atenção especial para com o trânsito municipal, alertando para a necessidade de uma campanha educacional e a completa modernização do sistema operacional da MONTRAN.

Após a reunião, que teve ainda as presenças da Chefe de Gabinete Fátima Sousa e do secretário de Comunicação, Fred Menezes, o novo superintendente da MONTRAN anunciou uma reunião para a manhã desta quarta-feira, 5, com todos os agentes e funcionários lotados no órgão de trânsito.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri