Prefeitos se reunirão nesta quarta com gerentes do BB e pedirão reabertura das agências de Sumé e Serra Branca

Por iniciativa da AMCAP, uma reunião com a Superintendência Estadual do Banco do Brasil e os gerentes locais de Sumé e Serra Branca foi agendada para esta quarta-feira, 05 de abril. Na pauta estará o pedido unânime dos prefeitos da região para a reabertura das agências e também a definição de atendimento em horários diferentes para o poder público em relação a população em geral.

Para o presidente da AMCAP e prefeito de Gurjão, Ronaldo Queiroz, nem a população nem os agentes públicos podem ser prejudicados por falta de um planejamento e organização das unidades bancárias no atendimento de suas demandas.

Os prefeitos de Serra Branca, São João do Cariri, Santo André, Gurjão , Parari, São José dos Cordeiros, Caraúbas, Coxixola, Sumé, Congo, Camalaú e Amparo deverão participar do encontro que está agendado para as 13hrs desta quarta-feira, na Câmara de Sumé.

A principal preocupação dos gestores da região diz respeito ao desaquecimento da economia provocado pelo fechamento prolongado das agências do Banco do Brasil. Para se ter uma ideia, a unidade de Serra Branca está fechada desde o dia 26 de novembro de 2015. Enquanto Sumé está desativado desde maio do ano passado.

De Olho no Cariri

 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri