Banco do Brasil de Serra Branca encontra-se fechado há quase três meses deixando população prejudicada

12494952_747608405370007_6632841022386617239_n-e1455537477505Devido os ataques registrados nos bancos do estado da Paraíba, algumas agências chegam a passar meses fechadas, à espera de reparos, deixando a população sem atendimento.

Essa realidade tem sido vivenciada pelos moradores da cidade de Serra Branca, no Cariri paraibano. A agência do Banco do Brasil da cidade foi explodida no dia 25 de novembro do ano passado e desde então a população da cidade e municípios vizinhos estão recorrendo à agência dos Correios e Telégrafos. Em janeiro desde ano, alguns moradores chegaram a fazer um “panelaço” em frente à agência pedindo agilidade na volta do serviço.

Segundo a aposentada, Ivaneide Mendes Feitosa, 62 anos, para garantir o atendimento, os clientes estão formando filas durante as noites e passando a madrugada à espera da abertura da agência para garantir o atendimento. “Eu saí de casa de madrugada para receber um pagamento e às 8h20, não tinha mais dinheiro nem sistema. Quando cheguei, já havia gente na fila desde a tarde do dia anterior, para garantir atendimento. Eram mais de 150 pessoas para atender e os funcionários dos Correios tentam ajudar como podem”, disse ela.

Neste final de semana o Portal de Notícias da Globo (G1) realizou uma matéria sobre o caso e na oportunidade entrou em contato com a superintendência do Banco do Brasil, no estado da Paraíba, mas não recebeu nenhum retorno sobre o processo de reabertura da agência.

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), informou que não tem dados de ocorrências de violência contra bancos no Estado da Paraíba ou Brasil. Entretanto, informa que a federação e seus bancos associados acompanham com preocupação os ataques a caixas eletrônicos em todo o país e destaca que os prejuízos decorrentes das explosões afetam a todos igualmente. Ainda segundo a Febraban, o investimento na segurança dos bancos supera R$ 9 bilhões anualmente e as empresas adotaram ao longo da última década uma série de medidas preventivas para contribuir com a redução dos assaltos.

Na avaliação da Febraban, com agências bancárias mais protegidas, os crimes ficaram mais violentos, como explosões de caixas eletrônicos. Nesses assaltos e arrombamentos, as ações são muito rápidas, com armamentos pesados, de elevado poder de destruição. Para os bancos, “a ação de segurança permitida pela legislação aos estabelecimentos comerciais e bancos é insuficiente frente à violência empregada”. A Febraban diz que também mantém reuniões com órgãos das Polícias Civil, Militar e Federal para a identificação e prisão dos arrombadores, entendendo que esse tipo de crime só poderá ser combatido com ações policiais coordenadas.

 

G1

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A Prefeitura de Sumé, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta sexta-feira mais uma Feira de Saúde na zona rural. A ação aconteceu na Unidade Âncora de Saúde da comunidade Riacho da Roça e reuniu moradores da localidade e de comunidades vizinhas.

Ao todo, 153 atendimentos foram realizados durante a programação, que concentrou diferentes serviços de saúde em um único local. Os moradores tiveram acesso a consultas médicas e de enfermagem, atendimento odontológico por meio da unidade móvel, vacinação, marcação de consultas, emissão e atualização do Cartão SUS, coleta para exames laboratoriais, fisioterapia e regulação de exames.

A Farmácia também esteve presente durante a ação. Com isso, os pacientes que receberam prescrição e tinham o medicamento disponível puderam sair do atendimento já com o remédio em mãos.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Niedja Rodrigues, a Feira de Saúde permite levar para as comunidades serviços que normalmente exigiriam o deslocamento dos moradores para a cidade.

“Na feira de hoje, fizemos questão de trazer mais serviços. Tivemos dois médicos, laboratório, farmácia, fisioterapia e regulação de exames, para que o usuário possa sair daqui com o exame regulado e, quando necessário, com o medicamento em mãos”, explicou.

A Unidade Âncora do Riacho da Roça já funciona regularmente a cada 15 dias, com atendimento médico, de enfermagem e odontológico, além da atuação de técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Nesta sexta-feira, a estrutura foi ampliada com a presença de outros profissionais e serviços.

O atendimento odontológico também terá continuidade. A unidade móvel permanecerá na região por mais uma semana, permitindo que outros moradores tenham acesso ao serviço.

O prefeito de Sumé, Manezinho Lourenço, acompanhou a programação e destacou a importância de levar os atendimentos para mais perto das comunidades rurais.

“A gente sabe da dificuldade de quem mora na zona rural para se deslocar em busca de atendimento. Por isso, é importante trazer os serviços para perto dessas pessoas e garantir que elas tenham acesso ao atendimento de que precisam”, afirmou.

Além dos serviços de saúde, 30 crianças receberam kits escolares por meio do programa Criança na Escola.

A Feira de Saúde já passou pelo Assentamento Mandacaru e pelo Sítio Santo Agostinho. A próxima edição está programada para o dia 11 de setembro, na comunidade do Sítio Jurema.

Também acompanharam a ação o secretário municipal de Obras, Serviços Urbanos e Agricultura, Vicente Lourenço, e o vereador Damião Rildo.

De Olho no Cariri

Ascom – Prefeitura de Sumé