Prefeito Felício Queiroz anuncia Raça Negra como segunda atração confirmada no Festival do Mel 2026, em São José dos Cordeiros

O prefeito de São José dos Cordeiros, Felício Queiroz, anunciou nesta sexta-feira (21) a banda Raça Negra como a segunda atração confirmada para o Festival do Mel 2026. A confirmação aumenta a expectativa para a programação do evento, que é um dos principais festivais do calendário cultural do Cariri paraibano.

Considerado um dos maiores grupos de pagode romântico do Brasil, Raça Negra chega ao Festival do Mel com um repertório repleto de sucessos que atravessaram gerações e continuam presentes na memória do público. A banda é conhecida por músicas como Cheia de Manias, É Tarde Demais e Cigana, entre outros clássicos.

O anúncio do grupo acontece seis dias após a divulgação da primeira atração do Festival do Mel 2026, o cantor Henry Freitas, confirmada pelo prefeito no último sábado (15). Com dois grandes nomes já anunciados, a programação começa a ganhar forma e aumenta a expectativa para os demais artistas que serão divulgados.

O XVI Festival do Mel será realizado nos dias 25, 26 e 27 de setembro, em São José dos Cordeiros. A programação musical já anunciada reúne diferentes estilos e deve movimentar o município durante os três dias de festa.

A confirmação do Raça Negra também reforça a diversidade musical do festival. Com uma trajetória de décadas, o grupo possui uma das carreiras mais consolidadas do pagode nacional e mantém forte conexão com o público de diferentes gerações.

Além dos shows, o Festival do Mel tem como objetivo valorizar a cultura e a produção de mel, uma das marcas de São José dos Cordeiros, além de movimentar a economia local e atrair visitantes de diversas cidades da Paraíba e de outros estados.

Com Henry Freitas e Raça Negra já confirmados, a expectativa agora fica por conta dos próximos anúncios da Prefeitura de São José dos Cordeiros. A edição 2026 promete manter a tradição do festival e ampliar a programação para celebrar mais um ano de cultura, música e desenvolvimento para o município.

De Olho no Cariri

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB