Predro Aleixo deixa Secretaria de Administração e Finanças de Serra Branca e explica motivações

O secretário de Finanças e Administração de Serra Branca, Pedro Aleixo, pediu exoneração do cargo nesta quinta-feira (20). A decisão partiu do próprio secretário e foi comunicada à Prefeitura Municipal e à gestão do prefeito Alexandre.

Em entrevista, Pedro Aleixo confirmou o pedido e explicou que a decisão está relacionada à grande demanda de dedicação exigida pela função. Segundo ele, o cargo vinha ocupando grande parte do seu tempo, dificultando a conciliação com projetos pessoais que já vinha planejando.

Diante disso, o agora ex-secretário decidiu deixar a função para poder se dedicar aos seus projetos pessoais. Ele também agradeceu ao prefeito Alexandre pela confiança durante o período em que esteve à frente da Secretaria. Ele afirmou que continua acreditando na gestão e destacou que, em sua avaliação, a administração municipal tem feito o melhor por Serra Branca e seguirá trabalhando em favor da população.

Com a saída de Pedro, agora cresce a expectativa em Serra Branca para o anúncio do nome que irá comandar uma das principais secretarias da administração municipal, responsável por áreas estratégicas relacionadas à gestão administrativa e financeira do município.

Entre os nomes cotados para assumir a secretaria está o do contador Douglas Soares, natural do distrito de Santa Luzia do Cariri. Ele atua há muitos anos na área de contabilidade pública através da empresa JGB Contabilidade e surge como uma das possibilidades avaliadas para ocupar o cargo.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB