Mais de 300 celulares roubados são recuperados durante operação da Polícia Civil, na Paraíba

Uma operação da Polícia Civil da Paraíba recuperou 321 celulares roubados e iniciou o processo de devolução nesta quarta-feira (19), por meio de uma iniciativa de âmbito nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Na Paraíba, a operação conta com a entrega de aparelhos celulares recuperados às vítimas e com a devolução voluntária de dispositivos por pessoas notificadas que estavam na posse de aparelhos com registro de roubo ou furto. As ações serão realizadas nas sedes das quatro Superintendências Regionais de Polícia Civil, localizadas em João Pessoa, Campina Grande, Patos e Guarabira.

A Polícia Civil também deu cumprimento a mandados de busca e apreensão, realizou fiscalizações e visitas a estabelecimentos comerciais que atuam na venda de celulares, entre outras ações para combater a circulação e a comercialização de aparelhos roubados. Durante o cumprimento dos mandados, quatro pessoas foram presas em flagrante por receptação. Durante as ações, quatro pessoas foram presas em flagrante por receptação e sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande.

G1/PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB