Com apoio da gestão municipal, São João do Cariri sedia 3ª etapa da Copa Liga de Futsal Sub-14

A cidade de São João do Cariri sediou, no último sábado (15), a 3ª etapa da Copa Liga de Futsal Sub-14, competição que reúne diversas equipes de futsal de base de municípios do Cariri paraibano.

Os jogos da etapa foram realizados no Ginásio Poliesportivo Ademar Batista de Morais e contaram com a participação de jovens atletas e equipes de diferentes localidades da região. Dentro de quadra, os participantes protagonizaram partidas marcadas por talento, dedicação e espírito esportivo.

Além de proporcionar a prática esportiva e a formação de novos talentos, a competição também promove a integração entre atletas, comissões técnicas e famílias, fortalecendo o incentivo ao futsal de base na região do Cariri.

Durante a programação, a Prefeitura Municipal de São João do Cariri, por meio da Secretaria Municipal de Esporte, participou da entrega do novo material esportivo e certificados de participação à equipe local que participa da competição e representa o município na Copa Liga de Futsal Sub-14.

A entrega contou com a participação do secretário municipal de Esporte, Laudson Brito, que destacou o compromisso da gestão com o fortalecimento das atividades esportivas e o apoio aos jovens atletas do município.

A Prefeitura de São João do Cariri, sob a gestão do prefeito Chico de Eulina, segue investindo e apoiando iniciativas que incentivam a prática esportiva, promovem a integração social e contribuem para o desenvolvimento dos jovens através do esporte.

De Olho no Cariri

Com Cariri Esporte

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB